Humor
Ansiedade: sintomas no corpo e quando procurar ajuda
Coração acelerado, peito apertado, enjoo e insônia podem ser ansiedade. Veja os sintomas, o que checar no corpo e quando procurar ajuda.
4 min de leitura
Dr. Lucas Menezes · saúde mental · Limeira, SP
O que eu repito no consultório.
O remédio é uma parte do caminho. A outra parte é a sua vida: sono, corpo, rotina, relações e um motivo para seguir. Eu cuido das duas, com você.
Em 10 segundos
Toque no que mais parece com você.
Isso não é diagnóstico. Serve só para começar a nossa conversa.
O modelo mais comum:Escuta os sintomas
O caminho que eu proponho:Escuta a sua vida inteira
O modelo mais comum:Termina na receita
O caminho que eu proponho:A receita, quando precisa, é uma das partes
O modelo mais comum:Você volta quando piora
O caminho que eu proponho:A gente combina o próximo passo e mede o que mudou
O modelo mais comum:O foco é o sintoma
O caminho que eu proponho:O foco é a causa, e o sintoma melhora junto
Eu não sou contra remédio. Só não paro nele.
Sono mexe no humor. Alimentação mexe na atenção. Relações mexem no sono. Por isso eu chamo de saúde mental interativa: tudo conversa com tudo, e o tratamento precisa conversar também.
Sono
Dormir mal piora atenção, humor e ansiedade. Costuma ser o primeiro passo.
Sua história, seu corpo, seus exames, sua rotina.
O seu objetivo e o meu passam a ser o mesmo.
Mudanças do dia a dia que cabem na sua vida.
A cada retorno, a gente vê o que mudou de verdade.
Você entende na prática por que cada parte faz sentido.
O remédio tem hora certa. As pequenas mudanças do dia também têm, e são elas que ajudam a melhora a durar.
É assim que eu organizo o acompanhamento: TDAH, autismo, transtornos de humor e de personalidade, cada um com o seu caminho e o seu ponto de chegada.
Conhecer o Método CUIDARCresci vendo o que o sofrimento emocional faz dentro de uma família. Isso me ensinou a sentir o que o paciente sente. E me guia até hoje.
Atendo na Alma Clinic, em Limeira. Lá a saúde mental conversa com a nutrição, a longevidade e a cardiologia, no mesmo lugar.
Conhecer a AlmaHumor
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Não. Muita gente chega sem saber o que tem. Descobrir é parte do caminho.
Sim. Crianças, adolescentes e adultos, com atenção especial a TDAH e autismo. Idade mínima: a partir de 6 anos.
Depende. Às vezes sim, às vezes a prioridade é investigar antes. O remédio entra quando faz sentido para você.
Cada caminho tem o seu tempo. A gente combina etapas e mede a cada retorno, para você ver o que está mudando.
Atendo só presencialmente. Não atendo por convênio. A consulta é particular, e eu emito recibo para você pedir reembolso ao seu plano.